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Sobre nós

Em 2017 a Osmose comemora 5 anos de existência. Conhecida principalmente pela produção de documentários, a produtora tem em seu currículo longas e curtas-metragens, institucionais e se relaciona intimamente com a música através da produção de videoclipes.

A produtora é formada pelos sócios: Emílio Domingos, diretor e roteirista; a cineasta Clarice Saliby; e o diretor e editor Yan Motta. Além disso, agora a Osmose conta, também, com um Núcleo de Criação, composto pelos cineastas Emílio Domingos e Simplício Neto, o escritor Frederico Coelho, a antropóloga Tatiana Bacal e os atores Magano e Sonata.

A cultura negra e as questões sociais são temas bastante recorrentes nas produções da Osmose, sendo duas das mais conhecidas os premiados longas-documentários: A Batalha do Passinho – o Filme, realizado de maneira inteiramente independente em 2012 e Deixa Na Régua, de 2016. O primeiro foi eleito melhor filme na Mostra Novos Rumos, do Festival do Rio de 2012 e já foi exibido em festivais de mais de 20 países. Deixa Na Régua foi lançado em 2016 no Festival do Rio, evento em que recebeu o Prêmio Especial do Júri. Também foi exibido na 40a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no 20o Forumdoc.bh 20 anos.

Explorando novos horizontes, a Osmose está desenvolvendo projetos e ideias originais. Desde o começo de 2017 acontece quinzenalmente o Documenta-se Cineclube, com a proposta de reunir profissionais e entusiastas do cinema-documentário. As exibições, sempre seguidas de debate entre público e convidados, acontecem no Rio Criativo, espaço de coworking localizado no Liceu de Artes e Ofícios onde a Osmose esteve sediada pelo último ano. Somado a isso, está em fase de produção o videoclipe de trabalho do artista Marcelo Yuka, além de um site De Passinho Em Passinho inteiramente dedicado ao Passinho, projeto contemplado pelo Edital do Funk da SEC-RJ que utilizará os arquivos produzidos durante as gravações de A Batalha do Passinho.

Diversos outros projetos vêm sendo desenvolvidos pelo Núcleo de Criação da Osmose e podem ser vistos aqui no site na sessão “projetos em desenvolvimento”. As novidades também são postadas periodicamente na página da produtora no Facebook.

SÓCIOS-DIRETORES

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Foto © Joana Diniz

Emílio Domingos é cineasta, cientista social, pesquisador e roteirista, atuando principalmente na área de documentários. Realiza trabalhos de Antropologia Visual com foco em cultura urbana, através de pesquisas sobre funk, samba e hip hop. Atualmente cursa mestrado pelo Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades pela UFF e realiza a curadoria do Documenta-se Cineclube, da Mostra Internacional do Filme Etnográfico e do Festival Visões Periféricas.

Como diretor realizou os longas: Deixa na Régua, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema do Rio (2016), A Batalha do Passinho; vencedor da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio (2012), L.A.P.A.; Melhor Filme no Festival Câmera Mundo, na Holanda (2008). Dirigiu os curtas: A Palavra Que Me Leva Além: Histórias do Hip Hop Carioca, Quando Xangô Apitar, O Bloco Está na Rua, Pretinho Babylon, Cante um Funk Para um Filme, Minha Área, As Aventuras de Biliu na Cidade Perdida, Família Tetra, entre outros. Fez também os videoclipes Alteração (ÉA!); de BNegão e os Seletores de Frequência; Para Onde Irá Essa Noite, Cira, Regina e Nana e Músico; de Lucas Santtana, No Balanço da Canoa; de Maga Bo e Curimba Riddim; de DigitalDubs. O Passinho é Show; de Vinimax e Te Ensinar Meu Quadradinho; do Bonde do Passinho.

Como pesquisador trabalhou em filmes como Mistério do Samba, Viva São João, Pierre Verger, Sou Feia Mas Tô na Moda e Santa Cruz; com diretores como João Salles, Breno Silveira, Lula Buarque de Hollanda, Andrucha Waddington e Carolina Jabor.

Para a TV realizou pesquisa para o programa Esquenta. Foi responsável pela pesquisa de repertório para os CDs Tudo Azul, da Velha Guarda da Portela e Universo ao Meu Redor, de Marisa Monte. Fez a pesquisa de conteúdo e imagens para a vídeo instalação sobre a história dos bailes blacks que fará parte do acervo do novo Museu da Imagem e do Som do Rio (MIS-RJ).

Em 2014, recebeu da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, a Medalha Pedro Ernesto por serviços prestados à cidade.

Veja aqui a filmografia completa de Emílio Domingos

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Clarice Saliby é cineasta, produtora, editora e roteirista. Está cursando mestrado em Comunicação pela UFRJ.

Dirigiu, roteirizou, produziu e montou o curta metragem Efeito Casimiro, integrante da grade do Canal Curta e contemplado pelo Programa Petrobras Cultural e vencedor de prêmios como “Prêmio de Público” e “Prêmio de Aquisição do Canal Curta! E Porta Curtas”. Atualmente está dirigindo o longa metragem Boa Noite, sobre Cid Moreira.

Durante cinco anos foi coordenadora de produção da Natasha Filmes, tendo trabalhado em filmes como O Coronel e o Lobisomem, Ó Pai, Ó, O Bem Amado e Romance. Produziu, também, o documentário Coração Vagabundo; o longa metragem Romance, as trilhas sonoras de Ó Pai, Ó, Romance e Bem Amado. Fez a produção executiva e a coordenação da mostra “Andy Wharrol 16mm”, exibida na Caixa Cultural e trabalhou como produtora executiva na Migdal Filmes.

Coordenou a finalização do longa O Coronel e o Lobisomem e coordenou os processos técnicos, artísticos e jurídicos dos programas Um Pé de Que?, Projeto Empreendedor, Sobre Rodas, Entre Fronteiras, Afinando a Língua, Meu Duplo, Destino; Educação, O Mundo Selvagem de Arthur Pereira, Mundo da Leitura, Minha Rua e Cine Conhecimento; todos para o Canal Futura.

Editou o DVD e o CD Caetano Veloso – Multishow ao Vivo, em que foi produtora de finalização e todos os videoclipes e materiais promocionais, making offs e spots para TV de todos os longa metragens produzidos pela Natasha Filmes. Trabalhou como editora, também, em distribuidoras independentes na Itália. Realizou a montagem do curta Elogio da Sombra,com previsão de estreia para 2017.

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Foto © Ana Teresa Bello

Yan Motta é editor, diretor e diretor de arte.

Já editou nove documentários que investigam e apresentam detalhes da cultura brasileira; entre os pricipais estão Menino 23 e Bernardes, ambos premiados em festivais europeus. Para televisão editou as séries Lucia McCartney, Tempero Secreto e Por Isso Sou Vingativa. Editou comerciais para Coca Cola, UEFA, Sandálias Ipanema e Natura, marca para a qual também dirigiu um vídeo corporativo.

Foi diretor de arte da Revista Outracoisa e diretor do videoclipe Súplica Cearense da banda O Rappa.

http://www.yanmotta.com/

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

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Foto © Emílio Domingos

Luísa Surerus J. de Oliveira estuda Licenciatura em Ciências Sociais na UFRJ e Relações Internacionais na UCAM/IUPERJ.

Participou enquanto assistente de produção na Viramundo Produções, como bolsista de extensão e pesquisa no Grupo de Pesquisa Trabalho Escravo Contemporâneo, na organização de eventos como o 5º Encontro Estadual de Ensino de Sociologia, e foi mediadora no Projeto Gente Arteira presente na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.

NÚCLEO DE CRIAÇÃO

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Foto © Emílio Domingos

Simplício Neto é diretor, roteirista, pesquisador e professor de Cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Academia Internacional de Cinema e na ESPM Rio. É, também, membro da SOCINE e debatedor do Documenta-se Cineclube.

Dirigiu o curta Coruja (Premiado nos Festivais do Rio, Gramado, Vitória, Cuiabá, e Miami em 2001), e o longa Onde a Coruja Dorme(Premiado no “É tudo Verdade” e na Jornada de Cinema da Bahia, lançado nos cinemas em 2012).Estreou seu segundo longa, Carioca era um Rio,  no Festival do Rio de 2013 (Menção Honrosa na 4ª Mostra Eco Falante de Cinema Ambiental-SP e Seleção Oficial do Festival Internacional “Cinema Planeta”, no México).

Suas pesquisas acadêmicas foram publicadas como artigos na Doc Online, revista portuguesa voltada para teorias do documentário, e na Directory of Cinema, série britânica sobre cinema. Além disso, escreveu os roteiros dos programas Revista do Cinema Brasileiro, Via TV, Afinando a Língua, Cine Conhecimento, Lugar Incomum, Arte Com Sérgio Britto e Arte do Artista, todos de televisão. É o autor e atuou nas peças de teatro “A Re-volta de Charles” e “O Procrastinador”.

Editou e roteirizou o documentário Dib, premiado no Rio Cine Festival e na Jornada da Bahia, e o longa de ficção As Aventuras de Bliu na Cidade Perdida, vencedor do prêmio “Cara Liberdade”. Redigiu e foi co-curador do site “Porta Curta Petrobras” e editor dos livros catálogos das mostras de cinema “Os Múltiplos Lugares de Roberto Farias” e “Cineastas e Imagens do Povo”.

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Foto © Emílio Domingos

Frederico Coelho é pesquisador e professor de Literatura Brasileira e Artes Cênicas na PUC Rio.  Cursou mestrado em História no IFCS da UFRJ e doutorado em Literatura pela PUC Rio.

Dentre sua publicações estão artigos para veículos como “ZUM”, “Sibila”, “Estudos Históricos”, “Margens”, “Errática”, “Grumo”, “Revista de História da Biblioteca Nacional”, “Acervo”, “Cultura Brasileira Contemporânea”, “Ramona”, “Vogue”, “Nau”, “O Globo” e “Bamboo”. Escreveu, também, artigos para os catálogos da exposições “Tropicália – A Revolution in Brazilian Culture” e de artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Luiz Zerbini, Carlos Vergara, Gabriela Machado, Eduardo Berliner, Cabelo e Raul Mourão dentre outros.

É autor de livros como “MPB – Entrevistas”, em co autoria com Tatiana Bacal e Santuza Naves; “Museu de Arte Moderna – Arquitetura e Construção”; “Livro ou Livro-me – Os Escritos Babilônicos de Hélio Oiticia”; “Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado – Cultura Marginal do Brasil 1960/1970”; “A Semana Sem Fim – Memória e Comemorações da Semana de Arte Moderna de 1922” e “O Rappa – Lado B Lado A”. Foi responsável pela elaboração do conteúdo completo dos sites dedicados a Tropicália, Nara Leão e Vinicius de Moraes.

Assinou a curadoria das exposições “Luiz Carlos Barreto: Quadro a Quadro”; “Vianinha: Uma Vida em Ação”; “Tudo o Que Vive é Espesso”, de Maria Laet; “Contos Sem Reis”, de Laércio Redondo; “Noite Americana”, de Gisele Camargo e “GIL70”, dedicada à carreira de Gilberto Gil.

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Foto © Emílio Domingos

Tatiana Bacal é antropóloga, com mestrado em Antropologia Social pelo Museu Nacional e doutorado em Antropologia Cultural pela UFRJ. Atualmente é pesquisadora de Pós-doutorado no Programa de Sociologia e Antropologia da UFRJ e coordenadora associada do Núcleo de Experimentações em Etnografia e Imagem da UFRJ.

Foi professora no Departamento de Ciências Sociais da PUC Rio e publicou diversos artigos e livros como “O Produtor Como Autor: o Digital Como Ferramenta, Fetiche e Estética”, “Música, Máquinas e Humanos: os DJs no Cenário da Música Eletrônica” e “A MPB em Discussão – Entrevistas”.

Realizou trabalhos na área de Antropologia com ênfase em Antropologia da Música, Antropologia Visual e em Antropologia da Arte.

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Foto © Joana Diniz

Marcelo Magano e Patrick Sonata são atores e juntos formam a dupla de comédia “Magano e Sonata”.

Atualmente realizam espetáculos autorias de palhaçaria e stand up comedy em praças do Rio de Janeiro e produzem videos autorais para o canal Magano e Sonata no Youtube.

Já participaram dos programas PerifeRia e Delírios da Madrugada e dos espetáculos A Hora do Show, Ocupa Escola, Amadores e Humor Negro, ambos assinados por Cico Caseira, professor da Escola Tablado e do projeto Nós do Morro.

A formação teatral dos dois se iniciou na Escola Municipal Compositor Luiz Gonzaga, e a partir daí passaram a se apresentar explorando releituras de situações vividas por eles mesmos desde a infância na favela onde moram, e em suas andanças pela cidade.


COLABORADORES

PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO:

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Foto © Joana Diniz

Tufi Sami de Oliveira graduou-se em Comunicação Social pela Unicarioca. Possui pós graduação em Comunicação Integrada Organizacional pela ESPM e MBA em Marketing Estratégico pela mesma insituição.

Atualmente é responsável pela parte de comunicação da Osmose Filmes, já tendo realizado o mesmo trabalho para o Banco Itaú, empresa onde trabalhou por 18 anos.

FOTOS E TEXTOS:

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Foto © Emílio Domingos

Joana Diniz é jornalista e fotógrafa, formada pela PUC Minas e pelo Espaço de Ensino Fotográfico 422.

Trabalhou no caderno de cultura do Jornal Pampulha, de Belo Horizonte, em que escrevia sobre cinema, teatro e espetáculos de música e dança. Colaborou com o Indie Festival de Cinema, também em Belo Horizonte, produzindo críticas sobre os filmes exibidos na programação do evento. Operou câmera em gravações de shows que compunham o festival de música “Inhotim em Cena”, participou de oficina de roteiro com Di Moretti durante edição do Festival de Cinema de Ouro Preto, de Realização em Documentário com Luiz Carlos Lacerda durante edição do Festival de Cinema de Tiradentes e concluiu curso de Direção de Fotografia na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro.

ESTÁGIÁRIA:

ANA CLARA

Foto © Emílio Domingos

Ana Clara Costa estuda Relações Internacionais na UERJ e Cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. É atriz, formada pela Escola Fábrica Oficina Social de Teatro e pesquisa cinema nigeriano e economia política.

É integrante do Notas Viajantes, coletivo composto por contadores de histórias populares do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Dirigiu e roteirizou o documentário Batan, exibido na 11ª CINEOP e em comunidades cariocas, como Vila Kennedy e Costa Barros.

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