Sobre nós

Criada em 2012, a Osmose Filmes é uma produtora audiovisual conhecida principalmente pela realização de documentários. Em seu currículo possui longas e curtas-metragens, institucionais, e se relaciona intimamente com a música através da produção de videoclipes.

A produtora é formada pelos sócios: Emílio Domingos, diretor e roteirista; a cineasta Clarice Saliby; e o diretor e editor Yan Motta. Além disso, temos um Núcleo de Criação composto pelos cineastas Emílio Domingos e Simplício Neto, o escritor Frederico Coelho, e a antropóloga Tatiana Bacal.

Cultura urbana, juventude e periferia do Rio de Janeiro são temas bastante recorrentes nas produções da Osmose, sendo duas das mais conhecidas os premiados longas-documentários: A Batalha do Passinho, realizado de maneira inteiramente independente em 2012 e Deixa Na Régua, de 2016. O primeiro foi eleito melhor filme na Mostra Novos Rumos do Festival do Rio de 2012, Melhor Documentário e Melhor Filme Júri Popular no VI Festival Internacional do Filme Etnográfico de Recife, e já foi exibido em festivais de mais de 20 países. Deixa Na Régua, de 2016, conquistou o Prêmio Especial do Júri no Festival do Rio 2016, Melhor Filme do Júri Popular no III Pirenópolis Doc – Festival de Documentário Brasileiro 2017, e Menção Honrosa na Mostra XII Prêmio Pierre Verger de Filmes Etnográficos. Também foi exibido na 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no 20º Forumdoc.bh 20 anos.

Também produziu videoclipes de artista como BNegão, Lucas Santtanna e Marcelo Yuka, além do site De Passinho Em Passinho inteiramente dedicado a cultura do Passinho no Rio de Janeiro, contemplado pelo Edital do Funk da SEC-RJ.

Em 2019, estreamos no Festival do Rio o quarto longa-documentário do diretor Emílio Domingos, Favela É Moda, em co-produção com a Espiral, que fecha a “trilogia do corpo”, juntamente aos filmes A Batalha do Passinho e Deixa Na Régua. Favela é Moda foi vencedor do prêmio Melhor Longa-metragem Documentário de Voto Popular no Festival do Rio.

Desde janeiro de 2017 acontece mensalmente o Documenta-se Cineclube, que reúne profissionais e entusiastas do cinema para exibições de documentários, sempre seguidas de debate.

Empresa graduada no ciclo 2018/2019 do programa de incubação RJ Criativo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.

Diversos outros projetos vêm sendo desenvolvidos pelo Núcleo de Criação da Osmose, fique por dentro das novidades acessando as páginas da produtora no Facebook, Instagram e Linkedin.

SÓCIOS-DIRETORES

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Emílio Domingos é cineasta, cientista social, pesquisador, roteirista e produtor. Atua principalmente na área de documentários. Graduou-se em Ciências Sociais pela UFRJ com ênfase em Antropologia Visual, Cultura Urbana e Juventude. Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades da UFF e é curador e mediador do Documenta-se Cineclube. Também é curador da Mostra Internacional do Filme Etnográfico e do Festival Visões Periféricas. Atualmente, é professor da disciplina Pesquisa, Argumento e Roteiro na Pós-graduação em Cinema Documentário da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ).

Como diretor realizou os longas: Favela é Moda, vencedor do prêmio Melhor Longa-metragem Documentário de Voto Popular no Festival do Rio (2019); Deixa na Régua, vencedor do Prêmio Especial do Júri Mostra Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio (2016); A Batalha do Passinho; vencedor da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio (2012); L.A.P.A., Melhor Filme no Festival Câmera Mundo, na Holanda (2008). Dirigiu os curtas: A Palavra Que Me Leva Além: Histórias do Hip Hop Carioca, Quando Xangô Apitar, O Bloco Está na Rua, Pretinho Babylon, Cante um Funk Para um Filme, Minha Área, Família Tetra, entre outros. Fez também os videoclipes Alteração (ÉA!) de BNegão e os Seletores de Frequência; Para Onde Irá Essa Noite, Cira, Regina e Nana e Músico, de Lucas Santtana; No Balanço da Canoa de Maga Bo; Curimba Riddim do DigitalDubs; e Dali de Marcelo Yuka.

Como roteirista, além de roteirizar seus filmes, escreveu o roteiro de Gilberto Gil Antologia Vol.1, dirigido por Lula Buarque de Hollanda, que estreou no Festival do Rio (2019), escreveu a segunda temporada da série da cantora Anitta para o Netflix, o longa-metragem Viva São João, de Andrucha Waddington e Astronauta Tupy, cinebiografia do músico Pedro Luís para a TV Zero.

Como pesquisador trabalhou em filmes como Mistério do Samba, Viva São João, Pierre Verger, Sou Feia Mas Tô na Moda e Santa Cruz; com diretores como João Salles, Breno Silveira, Lula Buarque de Hollanda.

Para a TV realizou pesquisa para o programa Esquenta. Foi responsável pela pesquisa de repertório para os CDs Tudo Azul, da Velha Guarda da Portela e Universo ao Meu Redor, de Marisa Monte. Fez a pesquisa de conteúdo e imagens para a vídeo instalação sobre a história dos bailes blacks que fará parte do acervo do novo Museu da Imagem e do Som do Rio (MIS-RJ).

Recebeu da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro a Medalha Pedro Ernesto por Serviços Prestados à Cidade (2014); da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Moção de Louvor e Congratulação pela Militância em Defesa da Cultura Negra do Estado do Rio de Janeiro (2017); e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro a Moção de Louvor pela contribuição ao Movimento Cultural Hip Hop (2017).

FILMOGRAFIA DO DIRETOR

LONGAS:

2019
Favela É Moda [Documentário, 75min, HD, Brasil]
Direção: Emílio Domingos | Produção: Osmose Filmes e Espiral Criação
Melhor Longa-metragem Documentário de Voto Popular na Prèmiere Brasil do Festival do Rio e Menção Honrosa do Júri Oficial na Prèmiere Brasil do Festival do Rio (2019)

2016
Deixa Na Régua [Documentário, 73min, HD, Brasil]
Direção: Emílio Domingos | Produção: Osmose Filmes
Prêmio Especial do Júri Mostra Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio (2016)
Melhor Filme do Júri Popular no III Pirenópolis Doc – Festival de Documentário Brasileiro (2017)
Menção Honrosa na Mostra XII Prêmio Pierre Verger de Filmes Etnográficos

Toda A Cidade Vai Cantar [Documentário, 55min, HD, Brasil] Institucional
Direção: Emílio Domingos | Produção: Mil e Uma Imagens e Osmose Filmes

2012
A Batalha do Passinho [Documentário, 73min, HD, Brasil]
Direção: Emílio Domingos | Produção: Osmose Filmes | Co produção: Maria Gorda Filmes, Apavoramento Sound System e Boca do Trombone
Melhor Documentário Mostra Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio (2012)

2008
L.A.P.A. [Documentário, 74min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Cavi Borges
Melhor filme no Festival Cameramundo, em Rotterdan, Holanda (2008)
Menção Honrosa – Fórum. Doc. BH (2008)
Menção honrosa do Prêmio Manuel Diegues Júnior da XII Mostra Internacional do Filme Etnográfico

CURTAS:

2017
A Batalha do Real [Mini Doc, 7min, Brasil]
Anos 90 [Mini Doc, 7min, Brasil]
Graffiti [Mini Doc, 4min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2013
Vladimir na Presidente Vargas [Documentário, 3min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Júlia Mariano

2011
Quando Xangô Apitar [Documentário, 22min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Gustavo Rajão

2008
O Bloco Está Na Rua [Documentario, 8min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2007
Pretinho Babylon [Ficção, 17min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Cavi Borges
Melhor Filme no Vide Vídeo (2008)

Cante um Funk para um Filme [Documentário, 22min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Marcus Faustini

2006
Minha Área [Documentário, 22min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos, Cavi Borges, Gustavo Melo e Gustavo Pizzi
Premiado no VI Araribóia Cine – Menção Honrosa de melhor filme digital.

2004
As Aventuras de Biliu na Cidade Perdida [Ficção, 45min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos
Prêmio Cara Liberdade, Mostra de Filme Livre (2004)

Roda do Samba [Documentário, 26min, Brasil]
Vídeo Instalação para a exposição “Heranças do Samba”, no Espaço Cultural dos Correios
Direção: Emílio Domingos

2003
Família Tetra [Documentário, 50min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos, Fabiene Gama, Maria de Andrade, Lucia Albuquerque

2000
A Palavra que me leva além: estórias do hip-hop carioca [Documentário, 30min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos, Bianca Brandão, Luisa Pitanga
Prêmio Pierre Verger, da XXIII Reunião da Associação Brasileira de Antropologia – 2002 (menção honrosa)

WEBSÉRIE: 

2018
De Passinho em Passinho [Documentário, 17 episódios, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

Passinho da Favela  [Ficção, 5 episódios, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

CLIPES:

2017
Marcelo Yuka – Dali [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2015
Vinimax – O Passinho É Show [4min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2014
Bonde do Passinho part. Vinimax – Te Ensinar Meu Quadradinho [4min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2013
Lucas Santtana – Músico [4min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

Digital Ameríndio & (American Bigfoot) Mouse Mouse Joe – Lombroso [3min, Brasil]
Direção e Fotografia: Emílio Domingos

2012
Lucas Santtana – Para Onde Irá Essa Noite? [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

BNegão e Seletores da Frequência – Alteração (ÉA!) [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

DJ Maga Bo – No Balanço da Canoa [6min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos

2010
Lucas Santtana – Cira, Regina e Nana [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Gregório Mariz

2009
Funkero – Selva Urbana [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Gregório Mariz

2008
Zé Bolinho – Um Dia Melhor [5min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Cavi Borges 

Tigrão e Mahal – Apocalipse [3min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Cavi Borges

2006
Digitaldubs + BNegão, Mr Catra, Biguli & Jimmy Luv – Curimba Riddim [6min, Brasil]
Direção: Emílio Domingos e Cavi Borges

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Clarice Saliby é cineasta, produtora, editora e roteirista. Está cursando mestrado em Comunicação pela UFRJ.

Dirigiu, roteirizou, produziu e montou o curta metragem Efeito Casimiro, integrante da grade do Canal Curta e contemplado pelo Programa Petrobras Cultural e vencedor de prêmios como “Prêmio de Público” e “Prêmio de Aquisição do Canal Curta! E Porta Curtas”. Atualmente está dirigindo o longa metragem Boa Noite, sobre Cid Moreira.

Durante cinco anos foi coordenadora de produção da Natasha Filmes, tendo trabalhado em filmes como O Coronel e o Lobisomem, Ó Pai, Ó, O Bem Amado e Romance. Produziu, também, o documentário Coração Vagabundo; o longa metragem Romance, as trilhas sonoras de Ó Pai, Ó, Romance e Bem Amado. Fez a produção executiva e a coordenação da mostra “Andy Wharrol 16mm”, exibida na Caixa Cultural e trabalhou como produtora executiva na Migdal Filmes.

Coordenou a finalização do longa O Coronel e o Lobisomem e coordenou os processos técnicos, artísticos e jurídicos dos programas Um Pé de Que?, Projeto Empreendedor, Sobre Rodas, Entre Fronteiras, Afinando a Língua, Meu Duplo, Destino; Educação, O Mundo Selvagem de Arthur Pereira, Mundo da Leitura, Minha Rua e Cine Conhecimento; todos para o Canal Futura.

Editou o DVD e o CD Caetano Veloso – Multishow ao Vivo, em que foi produtora de finalização e todos os videoclipes e materiais promocionais, making offs e spots para TV de todos os longa metragens produzidos pela Natasha Filmes. Trabalhou como editora, também, em distribuidoras independentes na Itália. Realizou a montagem do curta Elogio da Sombra,com previsão de estreia para 2017.

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Foto © Ana Teresa Bello

Yan Motta é editor, diretor e diretor de arte.

Já editou nove documentários que investigam e apresentam detalhes da cultura brasileira; entre os pricipais estão Menino 23 e Bernardes, ambos premiados em festivais europeus. Para televisão editou as séries Lucia McCartney, Tempero Secreto e Por Isso Sou Vingativa. Editou comerciais para Coca Cola, UEFA, Sandálias Ipanema e Natura, marca para a qual também dirigiu um vídeo corporativo.

Foi diretor de arte da Revista Outracoisa e diretor do videoclipe Súplica Cearense da banda O Rappa.

http://www.yanmotta.com/

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO

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Caroline Sherer  estuda Cinema na FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso).

Graduanda de Cinema, cursando o 6° período. Já atuou como assistente de direção, produtora, diretora de fotografia e montadora em filmes universitários, como os curtas-metragens Libélula, Sábado Não É Dia de Ir Embora e a websérie Som de Preto. Possui DRT de Operadora de Câmera pelo SENAC Rio com Workshop em Steadycam.  Estagia na FACHA no Núcleo de Produção Cultural (NAC). Promoveu e fez a curadoria do CineClube FACHA. Realiza pesquisa acadêmica pela Faculdade FACHA, já tendo produzido um artigo.

NÚCLEO DE CRIAÇÃO

SIMPLICIO

Foto © Emílio Domingos

Simplício Neto é diretor, roteirista, pesquisador e professor de Cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Academia Internacional de Cinema e na ESPM Rio. É, também, membro da SOCINE e debatedor do Documenta-se Cineclube.

Dirigiu o curta Coruja (Premiado nos Festivais do Rio, Gramado, Vitória, Cuiabá, e Miami em 2001), e o longa Onde a Coruja Dorme(Premiado no “É tudo Verdade” e na Jornada de Cinema da Bahia, lançado nos cinemas em 2012).Estreou seu segundo longa, Carioca era um Rio,  no Festival do Rio de 2013 (Menção Honrosa na 4ª Mostra Eco Falante de Cinema Ambiental-SP e Seleção Oficial do Festival Internacional “Cinema Planeta”, no México).

Suas pesquisas acadêmicas foram publicadas como artigos na Doc Online, revista portuguesa voltada para teorias do documentário, e na Directory of Cinema, série britânica sobre cinema. Além disso, escreveu os roteiros dos programas Revista do Cinema Brasileiro, Via TV, Afinando a Língua, Cine Conhecimento, Lugar Incomum, Arte Com Sérgio Britto e Arte do Artista, todos de televisão. É o autor e atuou nas peças de teatro “A Re-volta de Charles” e “O Procrastinador”.

Editou e roteirizou o documentário Dib, premiado no Rio Cine Festival e na Jornada da Bahia, e o longa de ficção As Aventuras de Bliu na Cidade Perdida, vencedor do prêmio “Cara Liberdade”. Redigiu e foi co-curador do site “Porta Curta Petrobras” e editor dos livros catálogos das mostras de cinema “Os Múltiplos Lugares de Roberto Farias” e “Cineastas e Imagens do Povo”.

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Foto © Emílio Domingos

Frederico Coelho é pesquisador e professor de Literatura Brasileira e Artes Cênicas na PUC Rio.  Cursou mestrado em História no IFCS da UFRJ e doutorado em Literatura pela PUC Rio.

Dentre sua publicações estão artigos para veículos como “ZUM”, “Sibila”, “Estudos Históricos”, “Margens”, “Errática”, “Grumo”, “Revista de História da Biblioteca Nacional”, “Acervo”, “Cultura Brasileira Contemporânea”, “Ramona”, “Vogue”, “Nau”, “O Globo” e “Bamboo”. Escreveu, também, artigos para os catálogos da exposições “Tropicália – A Revolution in Brazilian Culture” e de artistas como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Luiz Zerbini, Carlos Vergara, Gabriela Machado, Eduardo Berliner, Cabelo e Raul Mourão dentre outros.

É autor de livros como “MPB – Entrevistas”, em co autoria com Tatiana Bacal e Santuza Naves; “Museu de Arte Moderna – Arquitetura e Construção”; “Livro ou Livro-me – Os Escritos Babilônicos de Hélio Oiticia”; “Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado – Cultura Marginal do Brasil 1960/1970”; “A Semana Sem Fim – Memória e Comemorações da Semana de Arte Moderna de 1922” e “O Rappa – Lado B Lado A”. Foi responsável pela elaboração do conteúdo completo dos sites dedicados a Tropicália, Nara Leão e Vinicius de Moraes.

Assinou a curadoria das exposições “Luiz Carlos Barreto: Quadro a Quadro”; “Vianinha: Uma Vida em Ação”; “Tudo o Que Vive é Espesso”, de Maria Laet; “Contos Sem Reis”, de Laércio Redondo; “Noite Americana”, de Gisele Camargo e “GIL70”, dedicada à carreira de Gilberto Gil.

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Foto © Emílio Domingos

Tatiana Bacal é antropóloga, com mestrado em Antropologia Social pelo Museu Nacional e doutorado em Antropologia Cultural pela UFRJ. Atualmente é pesquisadora de Pós-doutorado no Programa de Sociologia e Antropologia da UFRJ e coordenadora associada do Núcleo de Experimentações em Etnografia e Imagem da UFRJ.

Foi professora no Departamento de Ciências Sociais da PUC Rio e publicou diversos artigos e livros como “O Produtor Como Autor: o Digital Como Ferramenta, Fetiche e Estética”, “Música, Máquinas e Humanos: os DJs no Cenário da Música Eletrônica” e “A MPB em Discussão – Entrevistas”.

Realizou trabalhos na área de Antropologia com ênfase em Antropologia da Música, Antropologia Visual e em Antropologia da Arte.


COLABORADORES

PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO:

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Foto © Joana Diniz

Tufi Sami de Oliveira graduou-se em Comunicação Social pela Unicarioca. Possui pós graduação em Comunicação Integrada Organizacional pela ESPM e MBA em Marketing Estratégico pela mesma insituição.

Atualmente é responsável pela parte de comunicação da Osmose Filmes, já tendo realizado o mesmo trabalho para o Banco Itaú, empresa onde trabalhou por 18 anos.

FOTOS E TEXTOS:

JOANA

Foto © Emílio Domingos

Joana Diniz é jornalista e fotógrafa, formada pela PUC Minas e pelo Espaço de Ensino Fotográfico 422.

Trabalhou no caderno de cultura do Jornal Pampulha, de Belo Horizonte, em que escrevia sobre cinema, teatro e espetáculos de música e dança. Colaborou com o Indie Festival de Cinema, também em Belo Horizonte, produzindo críticas sobre os filmes exibidos na programação do evento. Operou câmera em gravações de shows que compunham o festival de música “Inhotim em Cena”, participou de oficina de roteiro com Di Moretti durante edição do Festival de Cinema de Ouro Preto, de Realização em Documentário com Luiz Carlos Lacerda durante edição do Festival de Cinema de Tiradentes e concluiu curso de Direção de Fotografia na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro.

 

 

 

 

A Osmose Filmes é uma empresa que foi incubada pelo RJ Criativo, no período de maio de 2018 a novembro de 2019,  que é um programa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro que oferece suporte para empreendedores, além de fortalecer redes e iniciativas na área da Economia Criativa.

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